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Impressora 3D brasileira pode ser usada para gerar réplicas, inclusive dela mesma

Alguns membros do Garoa Hacker Clube, um laboratório comunitário de tecnologia sediado na capital de São Paulo, têm atraído olhares curiosos com as máquinas expostas ao redor de suas mesas, na Campus Party 2012. A ferramenta em questão é uma impressora 3D, montada em uma estrutura de madeira, e ela está sendo usada para fabricar outra impressora 3D, melhor que a original.

Rodrigo Rodrigues da Silva é o proprietário das impressoras. Com apenas 25 anos, Pitanga – como é mais conhecido – está se preparando para fundar, junto com mais dois amigos, a empresa Betamaquina, onde produzirá essas impressoras tridimensionais para quem tiver interesse de ter uma em casa.

Mas o que faz uma impressora 3D? Ao invés de imprimir tinta em uma folha de papel, ele imprime objetos com matéria-prima plástica: peças pequenas, brinquedos, apitos, logotipos 3D e até peças de Lego.

Projeto da impressora 3D pode ser baixada na internet e feita em casa

Rodrigo afirmou que o projeto da primeira impressora, em madeira, foi baixado na internet. Entretanto, sua construção não é otimizada para ser construída à mão, uma vez que as peças são feitas com cortes à laser. “Mas nada impede que você faça, mas é necessário haver precisão”.

As peças foram importadas dos Estados Unidos, e uma vez montada, ela já começou a ser usada para fabricar as peças da impressora brasileira.

A impressora que eles estão desenvolvendo foi feita para ser replicável, uma vez que todas as suas peças estruturais podem ser encontradas com facilidade no mercado. Por outro lado, as junções e mecanismos de plástico podem ser fabricados pela própria impressora – ou seja: se você tiver uma, pode construir quantas mais você quiser. Já a parte eletrônica pode ser feita em casa, com componentes comprados no mercado ou lojas de e-commerce.

“Um motor puxa o filamento plástico e aquece à 225ºC para a impressão. Já a base é aquecida a 110ºC para que a peça não encolha ao esfriar, durante a fabricação da peça”.

A impressora brasileira poderá fabricar peças maiores e terá uma resolução ainda melhor, assim como um preço mais baixo. “O custo da impressora americana foi de R$5.500, porque compramos o kit completo dos EUA. Pagamos frente, imposto, imposto sobre o frete, ICMS,… Ela saiu de lá por US$ 1.500. A nossa impressora, o materia dela, se você for no eBay e comprar todas as peças, custará US$ 1.000″.

Apesar do custo estimado com peças importadas, é possível que o preço real de produção seja menor ainda ao usar matéria-prima nacional. “Ao invés de importar tudo, compramos as ferragens no Brasil e fabricamos as peças. Os rolamentos, no entanto, são importados. Já a eletrônica veio da Holanda”.

Produtos impressos podem ser baixados de graça na internet

Entre suas peças impressas no equipamento, Rodrigo afirma que boa parte foi baixada na internet. “Tem um site chamado Thingiverse onde as pessoas compartilham modelos 3D gratuitamente. Várias peças que fabricamos vem de lá, inclusive o Lego”.

Já o custo da impressão depende do tamanho e da quantidade de material usado para fabricar seu objeto preferido. “O rolo de 1kg de plástico ABS para uso industrial, o mesmo usado para fabricar peças de Lego originais, custa R$150″.

*Techtudo

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Novas aquisições priorizam uma conexão de qualidade

Visando a excelência nos serviços prestados, a BR Live adquiriu novos equipamentos. Toda a ação vai melhorar os atendimentos já realizados pela equipe de fibra ótica da empresa, que busca cada vez mais, conectar pessoas.
As novas aquisições consistem em um carro novo com carretinha para o transporte de bobinas, equipamentos de segurança e outros específicos para a instalação de fibra ótica. “A aquisição desses novos equipamentos vão auxiliar na realização de um atendimento cada vez mais qualificado”, explica o diretor da BR Live, Erolf Schotten.
Além disso, os equipamentos de segurança vão permitir mais conforto para os colaboradores. “Nos sentimos mais seguros na hora da instalação e assim, nos concentramos mais, melhorando o nosso desempenho profissional”, relata um dos técnicos responsáveis pela instalação de fibra ótica, Jean Barni.
Os novos equipamentos vão ainda, proporcionar mais excelência no atendimento e na prestação dos serviços. Com agilidade e qualidade, a BR Live inova mais uma vez, buscando a satisfação dos clientes.

Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais

Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.

Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.

Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?

Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.

1. Determine a personalidade da sua marca

Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você

Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.

2. Identifique o público e sua verdadeira audiência

Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.

Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.

Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.

3. Desenvolva um objetivo mais consistente

Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.

Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).

4. O tempo é tudo

Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.

Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.

Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.

5. Praticar é essencial

Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.

Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.

Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa.

*OlharDigital

BR Live realiza novas contratações

Sempre priorizando por melhorias constantes, a BR Live fez a contratação de dois novos colaboradores. A ação vai aprimorar ainda mais os serviços prestados pela equipe do suporte técnico e almoxarifado.

“As contratações vem acrescentar qualidade e agilidade em todos os serviços BR Live, garantindo assim, um atendimento de excelência para todos os clientes”, destaca o diretor da BR Live, Erolf Schotten.

O novo colaborador, Henrique Vicenti, vai atuar no almoxarifado enquanto Lucas Deitos vai integrar a equipe do suporte técnico.

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Facebook inicia processo de IPO

Rede social dá o pontapé inicial na oferta pública de ações nos EUA.

Depois de dias de especulação e ansiedade nos mercados e no mundo de tecnologia, o Facebook finalmente anunciou seu IPO (sigla em inglês para Oferta Pública Inicial de Ações). A operação vai criar ações da rede social a serem negociadas em bolsa de valores. O Facebook ainda não decidiu se as ações serão negociadas na Nasdaq ou na NYSE – a bolsa de valores de Nova Iorque. Mas, já anunciou que pretende captar US$ 5 bilhões na operação. O valor responde a pelo menos uma das questões que rondaram o mercado nos últimos dias. Especulava-se qual seria o valor pretendido pelo Facebook, com apostas começando nos 5 bilhões anunciados e chegando até a casa de 10 bilhões.
A operação de oferta das ações vai ser conduzida pelo banco Morgan Stanley, com participação do JP Morgan Chase e do Goldman Sachs. Ao se tornar uma empresa pública, o Facebook deve assumir o posto de uma das companhias mais valorizadas dos Estados Unidos, à frente de grandes empresas da economia tradicional, como a Kraft Foods, os Laboratórios Abbot e a montadora Ford, por exemplo.
O mercado estima que o valor de mercado do Facebook alcance a marca de 100 bilhões de dólares. Se esse número se confirmar, Mark Zuckerberg, do alto de seus 27 anos, será guindado à nona posição no ranking dos mais ricos do mundo, com um patrimônio estimado em 28 bilhões de dólares.

*Olhar Digital

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Brasil já é o segundo país com mais contas no Twitter

Segundo dados de um estudo da Semiocast, o Brasil ultrapassou o Japão e agora é o segundo país com mais contas no Twitter, totalizando 33,3 milhões de usuários. O país perde apenas para os EUA, que possui uma população de tuiteiros de 107,7 milhões

O levantamento também mostrou outros países emergentes, como Indonésia, Índia e México, no top 10 dos países usuários do microblog.

Entretanto, quantidade não significa necessariamente atividade. Por exemplo, os usuários japoneses são mais ativos do que os brasileiros, e os holandeses lideram esse ranking – 33% dos perfis identificados como da Holanda postaram pelo menos um tuíte no período de três  meses. No Brasil, esse índice é de 25%, enquanto a média global é de 27%.

Com informações de Blue Bus

Brasil sem Vírus contra ameaças virtuais

Para sair do topo do ranking de ameaças virtuais foi lançado o Movimento Brasil sem Vírus, com o apoio do TechTudo, portal de tecnologia da Globo.com, e do Comitê para Democratização da Informática (CDI). O objetivo é contribuir para mudar o cenário de infecção de computadores no país.

A primeira ação do movimento será o lançamento do aplicativo www.brasilsemvirus.com.br para uma vacinação em massa de computadores. Usuários do país todo poderão acessá-lo e baixar gratuitamente antivírus que vai manter a máquina protegida contra ataques de vírus, hackers e programas espiões.

“A inclusão digital é fundamental para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, mas tem de estar vinculada à conscientização dos usuários sobre segurança digital e é esse processo que vamos apoiar com o Brasil sem Vírus”, explica Rodrigo Baggio, porta-voz do movimento e fundador do CDI.

*Proxxima